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CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO – BASE DE CÁLCULO DA ESTIMATIVA MENSAL

 

As empresas que optarem pelo pagamento mensal do IRPJ por estimativa deverão também pagar a CSLL pelo mesmo critério (art. 28 da Lei 9.430/96).

 

A base de cálculo corresponderá ao somatório mensal dos seguintes valores:

 

  1. 12% (doze por cento) da receita bruta da venda de mercadorias e/ou prestação de serviços, exceto em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 01.09.2003 para empresas de serviços (veja tópico “Base de Cálculo da CSLL a partir de 01.09.2003”).
  2. Ganhos de capital (lucros) obtidos na alienação de bens do ativo permanente e de aplicações em ouro não caracterizado como ativo financeiro.
  3. Rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa e ganhos líquidos de operações financeiras de renda variável (ações, swap, etc.).
  4. Demais receitas e resultados positivos não abrangidos anteriormente (como juros e descontos obtidos, aluguéis, etc.), inclusive juros remuneratórios do capital próprio recebidas pela empresa da qual seja sócia ou acionista.

 

ALÍQUOTAS DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 

A partir de 01.02.2000 a alíquota é de 9% (nove por cento).

No período de 01.05.1999 a 31.01.2000, a alíquota era de 12% (doze por cento)

A alíquota da CSL era de 8% (oito por cento) até 30.04.1999.

 

BASE DE CÁLCULO DA CSLL

 

A PARTIR DE 01.09.2003

 

A partir de 01.09.2003, por força do art. 22 da Lei 10.684/2003, a base de cálculo da CSLL, devida pelas pessoas jurídicas optantes pela sistemática de recolhimento mensal (estimativa) corresponderá a:

 

12% da receita bruta nas atividades comerciais, industriais, serviços hospitalares e de transporte;

 

32% para:

 

a) prestação de serviços em geral, exceto a de serviços hospitalares e de transporte;

b) intermediação de negócios;

c) administração, locação ou cessão de bens imóveis, móveis e direitos de qualquer natureza;

d) prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção de riscos, administração de contas a pagar e a receber, compra de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring).

 

Exemplo:

 

Empresa que efetua recolhimento por estimativa mensal apurou os seguintes valores de receita bruta na prestação de serviços de administração de bens imóveis (não houve obtenção de receitas de juros, ganhos de capital ou outras operações tributáveis):

 

mês/ano

 Receita R$

% Base cálculo CSLL

Base Cálculo CSLL R$

CSLL Estimativa R$

jul/03

  10.000,00

12%

  1.200,00

    108,00

ago/03

  15.000,00

12%

  1.800,00

    162,00

set/03

  12.000,00

32%

  3.840,00

    345,60

 

CSLL - BÔNUS DE ADIMPLÊNCIA FISCAL

 

A partir de 01.01.2003, é instituído, em relação aos tributos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal, bônus de adimplência fiscal, aplicável às pessoas jurídicas submetidas ao regime de tributação com base no lucro real ou presumido.

 

CÁLCULO DO BÔNUS

 

O bônus corresponde a:

 

        I – 1% um por cento da base de cálculo da CSL determinada segundo as normas estabelecidas para as pessoas jurídicas submetidas ao regime de apuração com base no lucro presumido;

        II – será calculado em relação à base de cálculo referida no item I, relativamente ao ano-calendário em que permitido seu aproveitamento.

 

Exemplo:

 

Base de cálculo da CSLL no 1º trimestre: R$ 100.000,00

Bônus: R$ 100.000,00 x 1% = R$ 1.000,00

 

Na hipótese de período de apuração trimestral, o bônus será calculado em relação aos quatro trimestres do ano-calendário e poderá ser deduzido da CSLL devida correspondente ao último trimestre.

 

IMPEDITIVO AO DIREITO DO BÔNUS

 

Não fará jus ao bônus a pessoa jurídica que, nos últimos cinco anos-calendário, se enquadre em qualquer das seguintes hipóteses, em relação a tributos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal:

 

        I – lançamento de ofício;

        II – débitos com exigibilidade suspensa;

        III – inscrição em dívida ativa;

        IV – recolhimentos ou pagamentos em atraso;

        V – falta ou atraso no cumprimento de obrigação acessória.

 

Na hipótese de decisão definitiva, na esfera administrativa ou judicial, que implique desoneração integral da pessoa jurídica, as restrições referidas nos itens I e II acima serão desconsideradas desde a origem.

 

O período de cinco anos-calendário será computado por ano completo, inclusive aquele em relação ao qual dar-se-á o aproveitamento do bônus.
(...)
Obs: Esse conteúdo foi editado dia 05/05/2010 (sujeito de alterações posteriores, versão atualizada no link abaixo)

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